No próximo dia 27 de Novembro, sábado, pelas 16 horas, na Assembleia Penafidelense, situada na Avenida Egas Moniz, em Penafiel, ocorre a sessão de lançamento do livro de poesia: "Nostalgia - Tão de lá como daqui, se perto fosse..."; obra de estreia de Júlio A. B. Fernandes, editada sob chancela da editora conimbricense Temas Originais: http://www.temas-originais.pt/autores/julio_a_b_fernandes.ht.
O autor, natural de Granjinha, Tabuaço, distrito de Viseu, nasceu em 1963. Apesar de só agora se estrear em obra a solo, marca presença desde 1992 em obras de cariz poético, tendo, nesse ano, prefaciado o livro de Maria do Céu, "Até Sempre", editado sob chancela da Arcanjo & Ribeiro (Porto). É também um dos administradores do Grupo Amante das Leituras, participando inclusive nas antologias organizadas por este dinâmico grupo em 2009 e 2010.
O autor, natural de Granjinha, Tabuaço, distrito de Viseu, nasceu em 1963. Apesar de só agora se estrear em obra a solo, marca presença desde 1992 em obras de cariz poético, tendo, nesse ano, prefaciado o livro de Maria do Céu, "Até Sempre", editado sob chancela da Arcanjo & Ribeiro (Porto). É também um dos administradores do Grupo Amante das Leituras, participando inclusive nas antologias organizadas por este dinâmico grupo em 2009 e 2010.
Segundo o também poeta Jorge Vicente, autor do posfácio, “a poesia de Júlio Fernandes é absolutamente devastadora. Devastadora no que provoca; mais ainda: no que é. O poema (vida) começa logo por descer e cair, assumindo o longo, mas necessário, poço, a água lúgubre, aquela água que provém da sombra e que renasce da sombra: a sombra que é necessária para que a Luz se revele”.
Obra e autor serão apresentados pela Mestre Cidália Fernandes.
Obra e autor serão apresentados pela Mestre Cidália Fernandes.
2 comentários:
ANJO NEGRO
Como um relâmpago
Ela entrou em minha vida,
Tão inesperadamente como saiu.
Não me deixou rastros
E nem carta de despedida,
Meu anjo negro retornou às estrelas.
Suas asas cobriram-me,
Seus lábios devolveram-me a vida.
Retirando-me o gosto amargo de viver,
Meu anjo protegeu-me
Pousando em meu coração.
Meu anjo negro retornou às estrelas
Deixando-me órfão
Para abraçar o meu/seu vazio.
Agora sou um prisioneiro sem cela
Que, ao ser despertado pela luz da manhã,
Busca refúgio ao final do dia
À espera do retorno
Que a noite nega-se a permitir.
*Agamenon Troyan é poeta brasileiro
MSN; machadocultural@hotmail.com
SKYPE: tarokid18
BLOG: www.fanzineepisodiocultural.blogspot.com
Fanzine
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